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Saiba como será o shopping do futuro

19/07/2018

Por conta das profundas mudanças que a revolução digital está causando no nosso estilo de vida, está mais do que claro que os centros comerciais precisarão se reinventar para se adaptar aos anseios dos consumidores de hoje e do amanhã.

 

Longe de ideias utópicas, o shopping do futuro está muito mais ligado a tendências relacionadas à oferta de experiências e qualidade de vida para os frequentadores, alinhado a conceitos sustentáveis integrados e, claro, às compras.


Imagine um shopping preparado para aproveitar totalmente a energia solar e ainda criar um ambiente agradável, com várias áreas verdes, para o convívio com familiares e amigos, ou apenas para passar o tempo livre em uma área gastronômica completa. Um local com menos estacionamento e mais opções de entretenimento e conveniência, além de elementos que tornem o local um ponto turístico. Este ambiente também pode ser totalmente conectado aos smartphones dos clientes, a ponto de detectar a sua presença e oferecer serviços ou produtos do seu interesse sem tornar a abordagem invasiva. Enfim, gerar o encantamento do público.


A tecnologia tem papel fundamental neste momento de transformações e cabe aos empreendedores acompanharem as tendências e, ao mesmo tempo, serem contemporâneos na construção de soluções sociais e sustentáveis. Os shoppings no Brasil começam a ter condições de desenvolver e aplicar tecnologias já utilizadas em outros países. Precisamos realizar provocações e apontar boas práticas para acompanhar a mudança no mix dos shoppings influenciada pelo crescimento do entretenimento e da gastronomia. Segundo Luiz Marinho, sócio-diretor da GS&BW, Soluções e Resultados para Shopping Centers, as mudanças nos shopping centers não devem ser encaradas como um problema, mas sim como uma fantástica oportunidade de consolidar e qualificar o que já existe. “É claro que altera o modelo de negócios dos shoppings. Por outro lado, há a oportunidade de atrair mais fluxo de pessoas e incrementar as vendas. Alguém que comprou numa loja virtual e foi até o shopping retirar o produto, por exemplo, pode aproveitar para consumir outros serviços ou produtos", explica. Fato é que os shoppings existentes precisam se reinventar e captar parceiros interessados em participar da construção desta nova experiência em varejo onde os valores e os conceitos dos novos consumidores serão as âncoras.


Atualmente, já é consenso no segmento de shopping centers que não só de alimentação vive o mix dos novos shoppings, apelidados por alguns de Town Centers. Entretenimento, saúde, bem-estar, serviços e moda acessível também estão em alta. O importante é contar com lojistas capazes de ir além do produto e oferecer também experiências para os seus consumidores.


Estudo recente da GlobalData mostrou que 71% dos americanos acham maçante a experiência de comprar em lojas e 70% avaliam a loja como pouco inspiradora. O varejo eletrônico, por sua vez, é considerado uma opção conveniente, barata e com maior variedade. Em resumo, na hora de comprar produtos, a internet leva vantagem. A loja física seria um local para viver experiências e descobertas. Enfim, ambos os canais têm seu espaço e podem ser utilizados de maneira integrada pelos consumidores.

Fonte: mercadoeconsumo.com.br